A Polícia Civil de Goiás apreendeu na manhã de hoje mais de 10 toneladas de roupas com marcas falsificadas na cidade de Jaraguá (120 km de Goiânia). A operação, batizada de “Roupa Suja”, também resultou na detenção de 13 pessoas, entre proprietários e gerentes de fábricas dessas roupas.

Pela manhã, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão na cidade, que tem cerca de 30 mil habitantes e 2.000 estabelecimentos do setor confeccionista (fábricas e lojas). Isso sugere que a quantidade de falsificadores no município pode ser ainda muito maior. A operação foi acompanhada por alguns representantes de marcas oficiais, que vieram de São Paulo.

“Não sabemos o número de peças. Mas dá facilmente para encher uns dois caminhões grandes”, estimou o delegado José Correia, da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Consumidor (Decon). “Esse é o resultado do trabalho do serviço de inteligência da polícia, que durou cerca de três meses”, esclareceu o responsável pela operação.

O lote de produtos apreendidos e composto principalmente por peças jeans. Mas também há centenas de peças de malha. “Encontramos peças das principais marcas do País. Triton, Zoomp, Coca Cola, Colci, La Coste… Tudo pirateado”, conta o delegado, que informou também a investigação apurou que as etiquetas que “oficializam” as peças têm origem em outras cidades.

Leia o artigo completo na Folha Online.

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4 Comentários

  1. É, e nos shopings compramos essas mesmas camisetas por preços absurdos e achamos que estamos chics. O lojista sabe que é falsa e mesmo assim se abastece e passa pra frente. Eles alimentam a pirataria mais que os consumidores e não acontece nada.

  2. Coisa doida, dia destes eu ví na televisão um goiano negociando centenas de camisetas, bonés e jeans falsificados…

    O fabricante estava furioso da vida porque as pessoas nao compram as peças da marca dele, compram com etiqueta da marca que é referência. Tá certo que nao é justificativa para a pirataria…

  3. Tá vendo, né? A classe “P”, que posa de bonita, deve ser tão desavisada que nem deve se dar conta de que, querendo ser fina, no fundo, contribui pra criminalidade.
    Que nem mauricinhos-e-patricinhas, mostrados tão bem no “Tropa de Elite”. De dia, trabalho na ONG pra salvar o mundo. De noite, festinha “and drugs”, que sustentam e impulsionam o tráfico, que mata famílias e criancinhas, que o povo quer salvar – de dia. Pq, à noite, festinha, que faz o tráfico rolar. E mata famílias e criancinhas. Que o povo quer salvar, de dia. De noite…
    WAKE UP LITTLE PEOPLE!

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