Filmes – Eu não faço a menor ideia do que eu tô fazendo com a minha vida

por Carol Carneiro
/ 08 novembro 2013

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O filme “Eu não faço a menor ideia do que eu tô fazendo com a minha vida” retrata um dos dilemas do jovem: que profissão seguir?

O cinema brasileiro vem recebendo há um tempo uma nova safra de atores e atrizes muito bons, aliás, o cinema nacional tem crescido em qualidade e número de obras. Em sua maioria, os novos atores vem mostrando todo seu talento no humor, nomes como Paulo Gustavo, Fabio Porchat, Mia Mello, tem surgido nas telonas mostrando seu talento.

Esse volume todo se deve a um fenômeno: internet. Canais de humor no YouTube, como o Porta dos Fundos, Parafernália, entre outros, tem sido uma escada (quase que rolante) desses atores para o cinema. E até mesmo antes dos canais das redes sociais estarem fazendo esse sucesso todo, já víamos alguns nomes circulando nos longas, como o do ator Gregório Duvivier, que faz parte do grupo Porta dos Fundos e foi protagonista do filme “Apenas o Fim”. Mas a bola da vez é a esposa de Gregório, Clarice Falcão. A jovem vem fazendo muito sucesso em seus vídeos de humor na internet, participações na televisão cantando e ou fazendo comerciais criativos. Estava mais do que na hora da moça protagonizar um filme no cinema.

Clarice, faz sua estreia nas telonas com o filme intitulado “Eu não faço a menor ideia do que eu tô fazendo com a minha vida”. O longa-metragem conta a história e os dilemas de Clara, personagem vivida por Clarice, que não sabe quais rumos profissionais deve seguir, algo super comum nesta geração. Influenciada por pessoas próximas, a jovem acaba escolhendo estudar medicina. Ao se ver infeliz com sua decisão precipitada, Clara torna-se uma aluna ausente. Mas tudo muda quando a jovem conhece um rapaz, interpretado por Rodrigo Pandolfo, que começa a abrir sua mente e ajuda-la a se descobrir e se encontrar. A produção poderá ser vista nos cinemas de todo o país dia 20 de dezembro.

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Os humoristas que vieram do YouTube ganham as telonas e dão show de interpretação, não só como humoristas.

O filme promete fazer sucesso e colocar muitas caixolas para pensar. A situação da personagem, Clara, é cada vez mais comum na vida real. Muitos jovens ficam na dúvida de qual curso escolher e são influenciados pela família e amigos. Muitos acabam frustrados e largando o curso no primeiro ano.

É de se compreender tanta angústia, uma decisão tão importante e difícil – “o que você vai fazer pelo resto da sua vida” – não deveria ter que ser tomada aos 18 anos, idade média em que os alunos concluem o colégio. Nessa idade ninguém faz a menor ideia do que está fazendo com a própria vida!

Fotos: Primeiro Plano e Cine Pop
Por Carol Carneiro

08 novembro 2013
Carol Carneiro

Carol Carneiro

Jornalista e Consultora de Imagem, Carol é graduada em Negócios da Moda, com especialização em Jornalismo de Moda e formada em Consultoria de Estilo. Apaixonada por moda, beleza, cinema, música; acredita que tendência vai muito além de “modismo”, é cultura, comportamento.