Perdendo tudo, o que resta?
Reflexões & Comportamento | Vinicius Moura | March 6, 2009 at 5:55 pmAnúncios

Um milhão, um bilhão ou um trilhão é exatamente a mesma coisa para alguém que não tem nem dez por cento disso para perder. Para estas pessoas a crise financeira é apenas algo que “dizem” que existe, mas que não se sabe exatamente o que é.
As histórias de perdas e ganhos sempre existiram e nas mais variadas formas. Ganha-se por trabalho, competência, sorte, talento, acaso, herança… Perde-se também de muitas maneiras, desastres naturais, com um banco que quebra, um sócio inescrupuloso que lesa a empresa, uma crise… Nem sempre a ética está envolvida nos ganhos e ganhar independe dela. Já as perdas estão intimamente relacionadas à falta desta mesma ética e, invariavelmente da falta de legitimidade, não há como escapar disso.
A relação que compõe o ganho é sempre associada ao talento. Já a relação das perdas, qualquer coisa que se use para explicar, é apenas uma justificativa, uma explicação que, no fim, vai dizer que aquilo que se ganhou, não era para ser seu. Esta afirmação levará a uma reflexão de legitimidade: onde será que eu errei? Não fiz por onde merecer? Entretanto, quando o ganho é merecido, por sua natureza de recompensa, muitas vezes acaba não levando à reflexão do que se fez para merecê-lo…
Uma das grandes aflições do ser humano é o medo da morte. Apesar de ser uma certeza acima de qualquer suspeita, o medo persiste. Será que já fiz tudo que podia? Aproveitei tudo o possível? Vivi intensamente? Tão intensamente que estou pronto? A morte é também um símbolo de desapego. De deixar família, amigos, amores, possibilidades e tudo o mais para trás.
Ganhar e perder segue pelo mesmo caminho. O ganho dá a sensação de poder, superioridade, realização, plenitude… Do outro lado, o perder nos transmite a humilhação, a impotência, a infelicidade… Não dá para viver uma coisa sem ter vivido outra. Não dá para sentir a dor de perder, se nunca se viveu a felicidade do ganho.
Nestes dias temos muito ouvido falar de crise e que muitas pessoas estão perdendo, mas, quanto está se perdendo? Qual é o tamanho da crise? Como recuperar a confiança no mercado?
Neste momento de dificuldade mundial, guardado as proporções, o desapego forçado é como o medo da morte. Perder o emprego, a empresa, os inquilinos… O medo se instala por quê? Não é medo da morte literal, mas de uma mudança que poderá ser radical. Exatamente como a morte deve ser. Exatamente porque não sabemos como tudo será sem a segurança do conhecido.
Voltemos ao ganho. O que se ganha na resolução de um grande problema ou na superação de um grande obstáculo? O quanto se ganha diante uma grande descoberta, aquela descoberta que faz valer o dia (ou a vida). Numa viagem extraordinária o que se ganha além de souvenires e fotos? O quanto se ganha provando um prato com sabor surpreendente preparado com especiarias conhecidas?
Estes “ganhos” acabam por formar seu próprio ser, sua experiência de vida e seus diferenciais como profissional e como humano. Não é a descoberta, as fotos ou o prato especial que fará falta. Todas estas coisas deixam sua marca como páginas de sua história, formam o que somos, são parte da construção da obra prima em que estamos nos transformando.
Voltando a falar da crise mundial. Quando se perde tudo, o que resta?
Nossas perdas são geralmente um ajuste de nossa excessiva pretensão. Queremos muito mais do que conseguimos administrar e a coisa desaba virando pó. Encontramos algo para culpar, mas não observamos o exagero da pretensão, acreditando apenas de que se tratava de uma oportunidade imperdível, que no fim não deu certo. De novo, tendo perdido tudo, o que resta?
Com a descoberta da essência do nosso valor (boa parte conquistado com os “ganhos” citados acima), descobrimos também a confiança em sermos únicos. Esta será a garantia de que conseguimos conquistar tudo de novo. Muitas vezes e muito mais.
Não se trata de um texto de auto-ajuda, nem de ficção. Conhecemos muitas pessoas que retornaram do “fundo do poço” depois de terem perdido tudo. Depois de um grande incêndio, fugidos de uma guerra, tendo sobrevivido a um furacão e mesmo depois de ter uma empresa falida e totalmente endividada. Quem descobre seu valor renasce.
Ficam cicatrizes, mas estas são o orgulho ostentado em nossas novas histórias.

Por Vinícius Moura


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“A feiura vem do arremedo de expressao, da nenhuma personalidade, do nao ser boi e parecer com boi, um vai com as outras em tudo, mas no que E preciso ta fora por falta de coragem, por nao ser nada, apenas um(a) baba de cachorro, um viciado em big brother, uma excreçao repetida de pastor e padre e outros vomitos desse tipo, um escravo de tradição bitoladora, ou seja: um ajudante de meio gandula recuado pra time lanterninha fora de competiçao. Chegamos ao ponto de tal pasmaceira e enganaçao da garotada que nunca antes na Historia se impetrou tal disparate: Toque de recolher pra os mais plenos detentores da liberdade: Os infantes e os adolescentes. Viramos bichos tocados pela Teo Pulhitica que impos nos o embuste pavoroso e nojento do “Socialismo Divino”. E o precipicio da Civilizaçao. Mas ha sangue de homem na veia do Brasil”. Esta ai o repudio veemente do Pensador Haddammann. Impedem que ele se pronuncie; mas nos somos tambem o Brasil por ele.(o teclado pifou)
Perdendo já até o que nem mais ainda resta …
A Espúria Canalhice da Teo-Pulhítica Parasita da Espécie Humana.
Notem: NOTEM:
O fantoche-pulha aparece de fininho no caso da menina do aborto e finge contrariar a Aparecida do Brasil Podre; isso dá força de voto para a bandida candidata. Aparecem como sugestivos “protetores” das mulheres; enquanto isso a baderna depredadora da Democracia é impetrada por estudantes “instruídos” a “gostar” dos “favores” separatistas arremedados como contra o “racismo”. Como uma nação irá ver tão ignominiosa pantomima? Como os que deixaram seus prédios ficarem carcomidos e suas próprias feições serem enfeiadas durante toda a vida, por terem sido enganados pelas confrarias de parasitas da nossa espécie, poderão conseguir ver e aguentar o sofrimento e desilusão que isso provoca?
Notem: NOTEM:
Antes do sidious-nazista-”divino” pisar no solo brasileiro há pouco tempo, um terrível episódio abalou completamente a opinião pública; preparado o “cenário” de consternação à custa dum apavoramento hediondo do povo, o arremêdo de chapéuzinho vermelho que veste prada depois sorvia ávido a euforia dos iludidos com a enganação dos pulhas degeneradores da vida humana.
Numa desfaçatez sem conta de limites engendram a puxa-saquice de calhordas “formatando” capatazes nas cidades, sitiando os cidadãos que produzem, vigiando suas vidas, negócios, e até intimidades, impondo um cêrco civil para vivermos num molde de senzala mista, usando os mesmos tipos de covardes sem mérito que se vendem para desgraçar a própria nação, e os próprios semelhantes, como os que se amancomunavam para bater e surrar e matar a própria raça a mando de seus esdrúxulos, nocivos, e nojentos, “senhores”.
Mas a Sentença da Justiça começa a deter o olhar sobre os facínoras para um desenlace fulminante. A espécie humana não será desgraçada e submetida pela continuação de tal esgôto podre e escuridão.
Ponderação:
É imprescindível que o homem possa conceber, neste momento, que é a única espécie com potencial para destruir completamente a si mesma; pois tem noção de quase todas as estratégias predadoras e de aniquilamento de outras espécies.
Há que se saber que podemos estar ou ter estado sob um própria prerrogativa da Natureza em contenção de domínios extravagantes e nocivos em demasia ao Eco-Sistema (pois a Natureza é maravilhosamente estruturada com dispositivos de compensação, chamados Feedbacks). Assim, cabe-nos comportar em nós a educação apurada sobre equilíbrio geo-espacial que nos faça aquiescer à prontidão de ações reparatórias individuais e sociais (como recolocação de conceitos e reestruturamento de instituições), determinando-nos com atitudes altruístas que reponham-nos como dignos da fina textura de solo de que dependemos.
O fio da Vida é tênue, os cliques de desastres são somados consecutivamente como num desenho de bordadeira; o expert, o sábio, o estudioso, assim que vêem e passam a mão pelo bordado notam pontos, nódulos, que encaminharam o torto, o desarranjo, do bordado. Hoje temos pela Sociologia e demais outras magníficas ciências recursos essenciais para estabelecimento de contextos sociais satisfatórios e promissores. Mesmo que tradições ressequidas e estagnadas arrumem-se para perpetuar seu inevitável declínio, não podem impingir à toda a Humanidade um desastre sociológico na nossa continuação (subvertendo nosso direito e supra-anseio de preservação), por prenderem-se em vaidade, oportunismo, arrogância e preguiça, que defeituosamente vemos em grupos que se amontoam em comodismo parasitador da nossa espécie; levando-nos a pagar um preço impensável por insistirmos em não ver e não agir para conseguirmos ultrapassar desta definitiva vez essa fase crítica de estado de consciência em nossa Civilização.
Quantos são os que podem, sabem, querem, e procuram ler artigos, livros, informações de blogs, etc? A quantos dessas pessoas temos acesso? E quantos são os restritos e reprimidos que diaria, semanal, e mensalmente, ficam expostos à uma enchurrada de doutrinamento odioso, separatista, falacioso, usurpador, imprimida sistematicamente no psicológico das pessoas. Pra onde se há que ir? Com quem falar? Quem já escapuliu e se reserva? Disso tudo só uma coisa sabemos: São os que refletem os que ainda podem se reavaliar, e são os que podem FAZER ALGUMA COISA.
Em quem não irá doer ver que muito pouco vemos. Um garoto ou garota passeando com um avô ou avó? Muito pouco vemos namorados passeando livres nas ruas. Mas vemos muita gente à mercê dum estado prejudicado psicológico-físico e emocionalmente, levadas pela vaidade e vício, aprisionadas nos seus cachorrinhos(avós não dão ibope pessoal), que sujam e sujam e sujam. Os gramados das praças têm cerquinhas para as crianças, mas os cachorrinhos-bibelôs que nos incitaram a ter, estes pulam soltos, e sujam o que era pra ser aprazível, para amigos, rolar livre de crianças, namorados, e leitores de livros. Quanto já nos escravizaram de um modo tão bizonho que nem vemos o curto passar da vida em ações tão descabidas? Não nos enfiaram em preguiças? A preguiça não enfiou nossos avós em carteados repetitivos fúteis que os ajudou a consumir a sua saúde? Não os bitolaram com leituras repetitivas de livros esquisitos e enganadores? Não os massacraram com um serviço ingratamente mal remunerado? Não dispensaram suas experiências como dispensam nossa criatividade? Esse regime social que está aí só nos onera em perda de vida, e suas benfazejas reuniões rotineiras não nos enseja à vida. E ainda fitam fixo em nossas famílias, e falam à torto e à direito em famílias, mas o intuito é nos aprisionar (claro que estão rastreando tudo que escrevo e correm para forjar uma farsa que possam usar na mídia e nos conluios dos embustes dos dramáticos espetáculos criminosos aliciadores de gente). Há quanto tempo não vemos e não podemos fazer um pequinique? Há duas décadas vêm massacrando nossa Sociedade com doutrinamento religioso insano, e temos agora o que está aí. Em duas décadas arrebentaram, trucidaram, descacetaram duas preciosas gerações. E nós deixamos, porque não vimos, nos deixamos nos ludibriar. Quem mata garotos e garotas é quem corre e diz: “Vai lotá! Vai lotá!” E nos oferecem velas e cruzes, e cantilenas bizonhas. Depende de nós, não podemos mais esperar. No Desenvolto Transcorrer da Justiça … O Justo Procedimento … A Natureza não propiciou o desenvolvimento do ser humano para que ele viesse sucumbir à pulhas, que nada têm com os parâmetros que ela propõe; nunca a fibra da Natureza no ser humano iria se subjugar a usurpadores de princípios, leis e conceitos.
O mucêgo-bêbo presídioente tem mídia tão forte e dissimulada que faz ele APARECER com tanto PODRER quanto as hienas-parasitas e sidious ‘divinos’ vampiradores dos povos …
Jesus reina no inferno … É o esgôto mexendo vermes: Note-se as notícias sobre o aborto da menininha raquítica de nove anos. A ’santa’ teo-pulhítica tão ‘tremenda’ se atrapalha; O médico do ‘castigo’ era um major. A ‘disciplina santa’ que faria encher ainda mais os bairros e os conluios ‘abençoados’ com capangas-vigias das vidas das pessoas deu de cara com a má sorte de atingir o Exército.
A mulher sem-rosto e a de olhos vendados ronda o PODRER. Quando falta brio aos homens, o brio da Natureza faz o proceder.
Os pastores e padres estão no mais alto podrer dos céus, o viciado em roubar e fantoche-rei da máfia secular da mentira é o cumpanhêro disfarçado deles. Lama lá …
Guardadas as gracinhas que dissimulam a seriedade da questão e do momento aqui estão dois casos que não saberia se não tivessem tentado apagar-me socialmente forçando tudo pra que eu me tornasse mendigo ou louco (e assim plagiassem, manipulassem, todo o meu trabalho e esforços e história, e enriquecessem com fizeram e fazem (às minhas custas e de muitos que produzem de fato o que melhore a Sociedade Humana):
Garotos de rua em Brasília indicaram uma ‘entrada’ na catedral onde eram ‘escolhidos’ como diversão e ‘instruídos’ a dominarem outras crianças de rua.
Em Taubaté um menino, de madrugada, com fome, frio, relatou que toda vez que o pastor ‘ía visitar’ sua mãe pra ‘orar’, ele ficava de noite na rua enquanto ela era ‘abençoada’, e isto concidentemente sempre que o pai dele se embebedava e ficava longe de casa. Talvez o elemento ‘divino’ também fizesse à moda de outros que se ofereciam com ‘adoçantes’ pra limonada que podia ser feita com uma separação. Coisas do tipo ‘boa salada’ estragada, pra famintos, idiotas, e descabeçados comerem.
E ainda tem episódios mais fortes do que esses … mas vão pagar.
Haddammann Veron Sinn-Klyss
Vinícius
Você é demais!!!
Gostei muito das suas considerações sobre a perda.
Muitas pessoas que não tem uma boa estrutura egóica se afundam nesse poço e lá ficam se lamentando.
Pessoas como você são importantes para levar ao mundo suas reflexões e, de alguma forma, dar um caminho aos que necessitam e querem sair desse poço.
Parabéns, um grande abraço
Beth
Uau!
Muito obrigado.
Grande abraço, Vinícius
Caro Vinicius:
Primeiro, meus parabens por tanta coisa boa editada pela Fashion Bubbles. Sou fã de carteirinha.
Seu artigo é muito interessante e bastante atual.
Quem já não passou por alguma situação mencionada acima e como eu, acabou dando a volta por cima?
Já pensou em escrever um livro?
Obrigado, e sucesso.
Antonio Outeiro
Eu ja nao sei mais nada
Trabalho do lado das lojas internacionais do Jardins, e domingo ficam fechadas e so carro de passeio chegando no figueira?
Crise, ou fake?
xxx henrique teixiera